domingo, 26 de dezembro de 2010

Políticas Públicas para Surdos


domingo, 24 de outubro de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Solicitação de táxi por SMS para deficiente auditivo (Brasilia-DF)

A Digipag micropagamentos, lançou no dia 03/08/2009 o serviço de solicitação de táxi para pessoas com deficiência auditiva. O serviço estará disponível para Brasília e entorno, bastando se cadastrar no site. Lembrando que o cadastro é gratuito e para solicitar um táxi, basta possuir um celular que envie mensagens de texto SMS (torpedos).
Esta é uma forma de inclusão social, já que pessoas com deficiência auditiva tinham muitas dificuldades em solicitar um táxi pelo meio convencional.Em breve novos estados estarão com o serviço disponível.

Aguardamos sua visita. http://www.digipag.com.br

FONTE: www.digipag.com.br

quinta-feira, 6 de maio de 2010

MPF quer que Anatel regulamente SMS para emergência em São Paulo

SMS poderá ser usado para chamar PM
e bombeiros.(Foto: Divulgação/sxu)


Pela ação, agência deverá regulamentar o serviço em, no máximo, 60 dias.Bombeiros e PM do estado já têm sistema pronto para entrar em operação.

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo entrou com uma ação civil pública para que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) regulamente o uso de mensagens de texto (SMS) via celular para serviços de emergência da polícia (190) e do Corpo de Bombeiros (193). Pela ação, a Anatel será obrigada a regulamentar o serviço em, no máximo, 60 dias.

Tanto a Polícia Militar (PM) do Estado de São Paulo quanto o Corpo de Bombeiros já têm um sistema chamado “Contact Center” pronto para entrar em operação. No entanto, desde abril de 2008, os órgãos pedem, sem sucesso, que a Anatel regulamente o serviço junto às operadoras de telefonia celular.

Após reuniões com o MPF, a Anatel confirmou que não existe nenhum impedimento técnico para a implementação do serviço de envio de mensagens de texto para comunicações de emergência entre usuários e serviços de emergência, informando que bastava apenas uma decisão administrativa da agência reguladora.

A agência também respondeu que não sabia o porquê da demora na regulamentação desse serviço e reconhecia que ele é de extrema necessidade não só para pessoas com deficiência auditiva, mas para toda a sociedade.


fonte : Agencia Estado

sábado, 3 de abril de 2010

Conferência Nacional de Educação rejeita as propostas da Educação para Surdos

Chegamos em Brasília no dia 28 de março, domingo, para a abertura da Conferência Nacional de Educação – CONAE – etapa nacional. Nosso objetivo era defender as propostas para a Educação de Surdos que havíamos conseguido fazer passar na CONAE, etapa estadual em São Paulo, em outubro de 2009.

Recebemos o documento contendo as propostas e ficamos surpresos ao perceber que não colocaram as nossas. A mesa justificou que a CONAE nacional recebeu apenas as 11 que constavam do documento. Deu muita confusão e faltou esclarecimento!

Nós, delegados surdos e ouvintes com apoio dos intérpretes de Brasília, unimo-nos numa luta árdua durante os 4 dias seguintes, na tentativa de garantirmos boas propostas para a Educação de Surdos. As propostas apresentadas e aprovadas na CONAE Nacional serão a base para o Plano Nacional de Educação – PNE – para os próximos 10 anos. Infelizmente, deparamo-nos com manipulação de dirigentes da Educação do governo e de ONG conveniada ao Governo Federal.

As minorias todas que participavam do EIXO 6, combinaram que todos os grupos estariam votando a favor das propostas de todos os grupos de minorias, que todos os movimentos respeitariam a opinião dos grupos, uma vez que cada minoria é que sabe o que é melhor para seu próprio grupo.
E assim fizemos: votamos a favor de todas as propostas que foram destacadas por todos os grupos minoritários – movimentos dos Negros, Quilombos, Índios, MST – Movimento dos Sem Terra – Movimento dos Estudantes, professores, etc..

Nas nossas costas, depois que saímos da Plenária, esses grupos, foram chamados para uma reunião com as pessoas do Governo Federal – MEC e de representantes de ONGs, que os convenceram a votar contra as propostas destacadas pelo grupo de surdos, inclusive alegando que éramos contra a inclusão.
Assim, no dia seguinte, ficamos surpresos quando, das 11 propostas que havíamos conseguido destacar, com apoio de todos os grupos, foram rejeitadas 7, somente 3 propostas foram aprovadas com 50%, e uma com votação de 30%.
Percebemos que os representantes do Governo estavam manipulando e, após a Plenária, chamamos os movimentos para esclarecermos nossas propostas – a importância de garantirmos que os surdos tenham a Língua de Sinais como sua primeira língua (L1); o acesso à sua cultura, a possibilidade de construção de identidade,que só serão possíveis em escola bilíngue. De repente, os dirigentes e representantes da ONG entraram na reunião e chamaram mais pessoas, formando um grupo de 15 pessoas que discursaram a favor da “escola inclusiva onde deficientes mentais, físicos, cegos e também os surdos devem estudar”. Acreditam que todas professoras são capazes de dar aula para surdos, desde a educação infantil, mediante uma oficina de LIBRAS de apenas 60 ou 120 horas.
As minorias presentes sugeriram que negociássemos uma mudança de redação da proposta que havia conseguido apenas 30% na votação e que iria para a Plenária Final, no dia seguinte, porém, não aceitamos. Queriam que tirássemos do parágrafo o trecho que garantia a “opção do surdo e da família escolherem onde querem estudar”.
No dia seguinte, dirigentes do Governo Federal e da ONG ligada ao governo, distribuíram papel que dizia “REJEITAR” a proposta do grupo de surdos pois esta “reforça a organização das escolas de segregação e de diferenciar pela deficiência, contrariando a concepção da educação inclusiva” .
Durante a Plenária Final, onde seriam votadas as propostas de todos os EIXOS, fomos discriminados pelos delegados envolvidos com o MEC e pela ONG, que nos provocavam constantemente e iam de pessoa em pessoa dizer que o grupo de surdos buscava “segregação”, que eram contra a inclusão e que atrapalhariam o processo inclusivo de todas as minorias. Defendemos nossa proposta e explicamos que, para a criança surda, é importante promover a aquisição da língua de sinais e, quando crescer, poderá ir para a escola inclusiva com intérprete de LIBRAS. Também as pessoas deficientes que são do Governo Federal e movimento de ONG, vieram contra a nossa proposta e diziam que nós surdos queríamos segregação.
Vimos que os movimentos que não entendem nada sobre os surdos, sobre seu processo de aquisição de linguagem, foram influenciados, manipulados pelo Governo e que a proposta que foi aprovada na primeira instância, com 30%, e cuja sugestão de mudança de redação rejeitamos, foi reprovada.
Infelizmente não temos mais chance para fazer novas propostas, mas, por sorte, e percebendo toda a manipulação, encaminhamos no segundo dia uma moção com 3 propostas, para garantir que, se não conseguíssemos nada, pelo menos tentaríamos marcar nossas necessidades no anexo do documento oficial, aprovado na farsa que foi a CONAE.
As propostas que devem constar do documento final como ANEXO ou fazer parte dos ANAIS são:
I.Garantir a continuidade das escolas de surdos, desde a educação infantil até as séries finais, e onde não tenha escola para surdos, garantir o atendimento desses alunos em classes de surdos.
II.Garantir aos professores surdos e ouvintes que atuam nas escolas de surdos, formação específica e continuada sobre a história, aspectos linguísticos culturais do Brasil e do mundo.
III.Garantir o ingresso, nas escolas de surdos, de surdocegos e surdos com outras deficiências associadas, na perspectiva da educação inclusiva, assegurando o direito à educação em língua de sinais como a primeira língua, com presença de professor assistente, de instrutor mediador e de guia intérprete, de acordo com a necessidade do aluno.

Então, já que conseguimos entregar esta moção, agora vamos aguardar notícias da CONAE – Conferência Nacional de Educação. Este espaço, que deveria ser democrático, infelizmente foi, na verdade, uma ditadura e não conseguimos fazer valer nosso direito, por causa da manipulação dos dirigentes que nem conhecem a nossa cultura, a língua de sinais e a identidade surda do Brasil e do mundo. A CONAE foi, o que podemos chamar de uma vergonha nacional para a educação.

Delegados que participaram no CONAE 2010

Prof. Neivaldo Augusto Zovico
Prof. Moryse Vanessa Saruta
Prof. Cristiano Koyama
Prof. Maria Ines Vieira
Prof. Claudio Mourão
Prof. Cristian Strack
Maria Elisa Galvão
Mardonio Aguiar
Eulalia Cordeiro
Lilian Coutinho
Cinthia Teixeira
Renato Faustino Rodrigues

Observadores
Ana Paula Jung
Mirnamar Pagliuso

FONTE : Neivaldo Zovico/Ines Vieira

Na TV BRASIL: Os alunos surdos aprendem sua língua na Escola de Surdos

Foi lançado o novo DEIT-LIBRAS: Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trinlingue da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) com 14 mil verbetes em português, 9.828 sinais e 56 mil verbetes em inglês elaborados pelos pesquisadores do Instituto de Psicologia da USP, Fernando Capovilla e a turma de psicologia da USP.
O lançamento do livro é muito importante para todos, pois no Brasil existem seis milhões de pessoas surdas e deficientes auditivos que poderão aprender ainda mais a sua própria Língua e melhorar a comunicação dentro da sociedade brasileira.
O Prof. Capovilla foi entrevistado pela TV BRASIL e explicou que existem as escolas somente para surdos onde a língua de instrução é a própria língua do Surdo. O lançamento do dicionário é importante para que os professores das diversas áreas das escolas comuns aprendam a LIBRAS.
No dia seguinte o jornalista da TV BRASIL foi para a Escola Municipal de Educação Especial Helen Keller que fica no Bairro da Aclimação na cidade de São Paulo, uma das seis Escolas Municipais de São Paulo, a maior e mais antiga.
A TV BRASIL queria mais informações importantes e divulgar em todo o Brasil a Língua de Sinais. Foram entrevistados um aluno surdo, o professor surdo Neivaldo A. Zovico e a Diretora da Escola Monica Amoroso.

video

domingo, 21 de março de 2010

Visita de francesas surdas à São Paulo para conhecer trabalho de acessibilidade para Surdos

No dia 9 de fevereiro, duas francesas surdas Jessica Boroy e Pauline Stroesser visitam a sede da Feneis de São Paulo para conhecer o trabalho do Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da Feneis Prof. Neivaldo Augusto Zovico que luta para garantir os direitos dos surdos através de diversas formas de comunicação.
Pauline Stroesser, educadora especializada e Jessica Boroy, desenhista grafica trabalham no projeto “Mil Mãos em Um Mundo” juntamente a Marlene Varerin, Gerente de Comunicação. O planejamneto é viajar para quatro paises da America do Sul: Brasil, Argentina, Chile e Peru, em três meses para conhecer melhor a Educação de Surdos nas Escolas e também Acessibilidade para a comunicação dos surdos onde vão registar o historico da viagem a America do Sul.
No encontro estiveram Jessica, Pauline, Prof. Neivaldo e Eduardo que é assessor da Feneis SP, o prof. Neivaldo passou as informações sobre a os projetos de acessibilidade e as solicitações junto o Governo Federal, Estadual e Municipal que visam o direito de comunicação e também o direito na escola de surdos.
O professor Neivaldo apresentou a legislação vigente no País que atende a população surda. Explicou que no Brasil a Libras é uma língua oficial através de uma lei que foi aprovada no ano de 2002 e que também existe a Lei de Acessibilidade do ano de 2000, e também a Norma da Prestação de Serviços de Comunicação da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – que prevê a necessidade de interprete de LIBRAS ou equipamento para a comunicação dos surdos em determinados lugares que atendem população e consumidores em geral, pois o Brasil tem 5,7 milhoes de surdos.
Foi relatado também o recente momento histórico em que surdos, professores e familiares saíram às ruas para passeata em uma das mais importantes avenidas de São Paulo, Av. Paulista, para manifestaram contra o fechamento e transformação de Escola para Surdos em Centro de Apoio aos Surdos.
As francesas dizem que o avanço de trabalho para surdos está se desenvolvendo cada vez mais, e também relataram que na França o TS – telefone para surdos em lugares publicos não existe.
O professor explicou que antes de chegar a internet, os surdos comunicavam mais pelo TS, mas agora os telefone para surdos estão sendo utilizados cada vez menos, preferem celulares.
As duas visitantes comentam que a sociedade brasileira, Governos e autoridades, infelizmente ainda não conhecem a cultura surda e que aqui dificilmente se vê falar dos Surdos, usam apenas o termo deficiente auditivo, sem saber que surdos e deficientes auditivos são diferentes.
O certo é que as características culturais do sujeito Surdo são diferentes do Deficiente Auditivo, principalmente quando falamos em acessibilidade, uma das principais diferenças é o uso da Libras – Língua Brasileira de Sinais, isso deve se tornar de conhecimanto da sociedade brasileira.
Ao final da reunião as visitantes receberam material sobre acessibilidade para surdos, cartilhas e revistas da Feneis, momento para fotografias e filmagem das instalações da Feneis.
fonte : Neivaldo Zovico

Coordenador Prof. Neivaldo passando informações sobre acessibilidade para surdos e mateirais impressoa como cartilhas e normas de ABNT demonstrando quais são as dificuldades para os surdos. Na foto as francesas Jessica e Pauline e também a amiga brasileira Luciana.
Eduardo, Jessica, Neivaldo e Pauline na Feneis - São Paulo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Quando as crianças surdas vão ser aceitas em brinquedoteca sem que os pais passem por ato de discriminação?


Ontem eu, a Shirley Vilhalva e Karin Strobel passamos por um processo de discriminação no Hiperpermercado Angeloni, do bairro Beira-mar da cidade Florianópolis SC.
Eu e a Karin Strobel íamos deixar pela quarta vez (nas três primeira vez a atendente era jovem e de boa vontade, aceitou o Rick sem problema) o pequeno ‘Rick’, o Richard Strobel, surdos, de 4 anos na brinquedoteca e a senhora atendente disse que ele só poderia ficar se tivesse uma pessoa que o acompanhasse por ser Richard deficiente, pois é a regra da Angeloni.
Imagina... Foi um sentimento terrível.
Eu não chorei porque estava ali e tínhamos que fazer algo, mas registramos a queixa na ouvidoria do Angeloni.
Doeu, mesmo!
Explicamos que somos somente surdos, mas a senhora (mal humorada e de má-vontade , por sinal) responsável da brinquedoteca disse que todos deficientes tem ter acompanhamento me mostrando a placa indicativa que apenas dizia que não era permitido acompanhante exceto em caso de pessoa com necessidades especiais.
Eu e Karin Strobel fomos falar com a chefia nessa altura muito nervosa, tentei me acalmar e conseguimos que fosse autorizado que ele ficasse.
Voltamos na brinquedoteca e a recepção foi mais desagradável ainda ao olhar ao rosto da atendente apavorada e a expressão dizia tudo, entendemos o recado da expressão fácil (Como se dizesse: “O que vou fazer com um surdo aqui?”) e resolvemos não deixar mais o Rick lá (o próprio Rick que normalmente sempre adora ficar nestes espaços, que era difícil fazê-lo sair.. nesta ocasião o Rick queria sair assustado sem entender porque a senhora atendente fez uma expressão fisionômica demonstrando que ele não e bem-vindo!)
Voltamos na Ouvidoria fizemos a queixa e sugerimos treinamento para os profissionais do Supermercado Angeloni - Beira Mar.

Shirley Vilhalva e Karin Strobel
28/01/2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Grupo de surdos visita Escola Municipal Indígena Tengatui em Dourados - MS

Por Prof. Neivaldo Zovico
Eu e o grupo de surdos e ouvintes no passeio à Mato Grosso do Sul, visitamos Reserva Indigena chamada Aldeia Jaguapiru para conhecer a Escola Indigena Tengatui em Dourados, que atende aluno surdo, após o contato da Diretora Shirley Vilhalva com a Escola Municipal Indigena, fomos autorizado à visitar a Aldeia Jaguapiru e também fazer imagens para registro da visita.

Shirley Vilhalva - Diretora da Feneis - que trabalha na Secretaria Estadual de Educação do Mato Grosso do Sul idealizadora do Projeto Indio Surdo explica que o objetivo é incentivar os indios a usar Lingua de Sinais e também toda a aldeia que a conhecer a Lingua de Sinais para proporcionar uma comunicação mais eficaz e evitar que os indios surdos fiquem isolados, o projeto também orienta os professores como dar aula aos indios surdos e também prevê a presença do intérprete de LIBRAS para fazer o serviço de intermediação entre professores e índio surdo.

Visitamos a aldeia, a escola, o Posto de Saude, a Escola Estadual, a Associação dos Indios, o Ginásio, as casas dos indios. Hoje os indios já vivem como civilizadamente, usam as roupas como nós, entretanto a cultura continua como antes e querem preservá-la.

Fomos á casa do Índio Surdo Cleiton Geovan que mora com os avós para bater papo, ele tem 15 anos e cursa o 6º ano, nos comunicamos em Lingua de Sinais, Cleiton diz que tem outros colegas índios surdos, que estudam juntos na escola, relata que quando está em casa gosta de assistir filmes no DVD que tem em casa, quando o encontramos estava de férias da escola.

A Escola Municipal Indigena já tem interprete de LIBRAS que conhecem 3 linguas: Lingua Portuguesa, Lingua Guarani e LIBRAS, o Cleiton diz que o trabalho de interprete de LIBRAS faz bem para ele, que entende melhor e que está conseguindo seguir em frente com as lições da sala de aula.

A Diretora Shirley diz que trabalha muito para todas as escolas do Estado que atendem os alunos indios surdos, para ter interprete de LIBRAS, para que a educação dos alunos surdos sejam continuamente desenvolvida. Ela conta que são aproximadamente 200 intérpretes de LIBRAS atendendo todas as cidades do Mato Grosso do Sul. Ficamos admirados com o trabalho da Secretaria Estadual de Educação, com a preocupação com os alunos surdos indígenas, a batalha para garantir os intérpretes nas escolas é contínua.

Em São Paulo encontramos uma grande dificuldade, as escolas do Ensino médio, que são estaduais, ainda não tem intérpretes de LIBRAS, isso acaba causando o abandono da escola por consequencia da dificuldade de comunicação, alguns com muito esforço conseguem se formar, mas com a experança que em um futuro breve essa situação mude. A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo diz que está se organizando para cumprir as leis de acessibilidade.

Escola Municipal Indigena que visitamos na Aldeia Jaguapiru.



Cleiton de camiseta azul no meio de grupo de surdos, sentados seus avós e ao lado do avô seu primo.

Diretora Shirley Vilhalva faz entrevista com o indio Surdo para saber como ele está na Escola, pois ele é atendido pelo Projeto Indio Surdo.

ACESSIBILIDADE PARA SURDOS NA CIDADE TURISTICA DE BONITO-MS

Por Prof. Neivaldo Zovico
No dia 5 de janeiro deste ano, fui para Bonito – MS com um grupo de surdos e ouvintes para aproveitar as férias, estavam comigo, Shirley Vilhalva (Diretora Administrativa da Feneis), Moryse Saruta (Diretora Regional da Feneis-SP), Sidney Galindo e Natany Vilhalva (ouvinte - filha da Shirley). Fomos conhecer os passeios que a cidade turística oferece, cachoeiras, visitação á grutas, passeios de bote em rios de águas cristalinas, mergulho, etc. Percebi a importancia de acessibilidade na prestação de serviços para pessoas surdas assim como para outros deficientes.

Bem, hoje já existe uma – Norma Brasileira Regulamentadora – que discursa sobre a NBR 15559 Acessibilidade - Comunicação na prestação de serviços que prevê que também as empresas de serviços turísticos deverão preparar-se e adapter-se para atender os deficientes. Entendo que a empresa turística ao atender integralmente um grupo de surdos através da acessibilidade na comunicação, só tem a ganhar, pois é um novo mercado a ser trabalhado. São pessoas com poder aquisitivo e possibilidade de explorar esses serviços de forma integral.

Infelizmente poucas empresas estão preparadas paras atender o turista surdo, neste passeio quando fomos comprar os bilhetes para o bote, precisamos que a intérprete Natany nos auxiliasse.

No dia seguinte, nosso grupo foi até o ponto de onde saia o passeio de bote pelas cachoeiras e quedas d’agua té chegar á ilha do Padre. Antes do início a Natany interpretou as orientações sobre segurança e posicionamento dentro do bote para evitar acidentes. O passeio durou uma hora e meia, descendo as cachoeiras, remando, e brincando de guerra de água com balde. Um passeio foi muito bom e divertido.

Mais tarde visitamos o projeto Jibóia, onde assistimos uma palestra com o objetivo de concientizar a importancia de preservação das cobras, na palestra foi dito que as cobras só atacam quando aproximamos e elas se sentem ameaçadas. Mas para obter essas inforamações convidamos novamente a jovem Natany para interpretar.

As empresas de turismo devem se atentar sobre as normas de acessibilidade assim como as Secretarias de Turismo dessses municípios devem oferecer alternativas para atender os surdos ou o público com algum outro tipo de deficiência.


O instrutor explicou como se segurar durante o passeio, a Natany interpretou para o grupo de surdos como abaixar de lado e segurar na corda durante a passagem na cachoeira, como remar, e tirar agua dentro do bote.


Na hora de descer a interprete de LIBRAS Natany avisou o grupo de surdos para se preparar, guardar os remos, balde, abaixar e segurar as cordas durante a passagem da cachoeira.


Diretora Moryse e atrás a interprete Natany, que interpretou para o grupo de surdos, do outro lado, na frente, a diretora Shirley.

ATENDIMENTO VISUAL NA LANCHONETE

Por Neivaldo Zovico

No dia 29 de dezembro de 2009, eu e um grupo de amigos surdos, Shirley Vilhalva (Diretora Administrativa da Feneis), Moryse Saruta (Diretora Regional da Feneis-SP), Sidney Galindo e Natany Vilhalva (ouvinte - filha da Shirley), fomos à feira-livre central na cidade de Campo Grande – MS. Um espaço tradicional na cidade, que recebe um grande número de turistas e também municipes, funciona no período da noite até de madrugada.

Ao chegar em uma das barracas, percebemos uma simples ferramenta que torna o atendimento acessível para os surdos, não é preciso gritar para chamar o garçom, basta apertar o botão de um equipamento sem fio que fica em cima de cada mesa, ao acioná-lo aparece o número da mesa que está chamando em um painel eletrônico, o garçom se dirige até a mesa para atender, além da acessibilidade é uma boa opção para oferecer um melhor atendimento, mais organização, os clientes não ficam esparando. Vejam as fotos.

Espero que com bons exemplos, donos de restaurantes e bares invistam na acessibilidade para surdos, e que as associações e entidades dessa classe, gastronomia, hotelaria e turismo divulgue as possibilidades e novidades de acessibilidade visual para atender cada vez melhor a comunidade surda no Brasil.
Prof. Neivaldo (Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos) chamando o garçom, equipamento de controle sem fio e atrás o painel eletrônico onde aparece os numeros das mesas.
Ao pressionar o botão do controle sem fio o numero 06 da mesa aparece imediatamente no painel eletronico.
No painel eletrônico vai aparecendo por ordem de acionamento, a primeira mesa para ser atendida é a 06 e depois a mesa 22.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Diretores da Feneis participaram do CONAE de São Paulo

Entre os dias 2 e 4 de outubro deste ano de 2009 no Parque Anhembi foi realizado o CONAE – Conferencia Nacional de Educação – Etapa Estadual de São Paulo onde os representantes da socidade civil e do Poder Público discutiram propostas para o novo Plano Nacional de Educação, estas propostas serão levadas para Brasília em Conferencia Nacional que acontecerá no mês de abril de 2010.
Essa primeira etapa estadual aconteceu em vários estados do Brasil, assim como em São Paulo, essas conferencias têm como objetivo recolher propostas locais para o Plano Nacional de Educação.
Participaram diversos surdos, profissionais da area de Educação de Surdos, intérpretes de LIBRAS e guias-intérpretes, entre eles, os surdos que representam a comunidade surda, como: a Diretora da Feneis-SP Profª Moryse Vanessa Saruta, Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da FENEIS Prof. Neivaldo Augusto Zovico, Presidente da Associação dos Surdos de São Paulo Paulo Vieira, Professor Surdo Cristiano Koyama, Diretor Geral da ABRASC – Associação Brasileira de Surdos-Cegos Carlos Jorge Wildhagem Rodrigues e os ouvintes, Professora da DERDIC Maria Ines Vieira, Intérprete de LIBRAS Joel Barbosa, Guia-Intérprete Cristina Teixeira, e outros surdos e ouvintes.
Durante a abertura do CONAE em São Paulo, o Secretario Executivo Adjunto do MEC Francisco das Chagas Fernandes discutiu sobre as propostas que deverão entrar em vigor no ano que vem no CONAE Nacional. O grupo de surdos e ouvintes da área de Educação para Surdos e Surdos Cegos fizeram um protesto durante a abertura, levaram faixas e as mostraram durante a discussão do Secretario Executivo, quando terminada a discussão do Secretário Executivo ele sentou-se ao lado da Deputada Federal Iara Bernardes. Eles foram chamados pelo Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos Sr. Neivaldo com o pedido para que olhassem as faixas : “Inclusão Social SIM, Inclusão Educação NÃO” e outra faixa “Inclusão na escola regular, a opção do surdo e da familia”.
A Conferencia na sua etapa estadual continuou com palestras e a apresentação de propostas em seis eixos. O surdos estavam presentes nas discussões dentro do eixo denominado de diversidade. Nesse momento foram escolhidos os lideres, entre eles Neivaldo Zovico que pôde apresentar as considerações da comunidade surda, falou à todos sobre a situação linguística da criança surda, sendo necessário um espaço educacional adequado para sua aquisição linguistica em libras considerando que os cursos de capacitação em libras de 30 horas oferecido aos professores não resolve o problema, afirmou que o que a criança surda necessita é de uma Escola Bilíngue de Surdos. Estas propostas foram aprovadas pela platéia sendo parabenizado pelas palavras proferidas.
Mais tarde, foram divididos em grupos por eixo para escolher os delegados, os surdos escolhidos para serem delegados são: Profª . Moryse e Prof Neivaldo, ambos da Feneis, como também outros surdos e ouvintes que são interpretes e guias-interpretes para participarem em Brasilia do ano 2010.
Agora é só aguardar o momento em Brasilia para apresentarmos as propostas para Educação de Surdos, cabe esclarecer que estas propostas foram discutidas no dia 12 de setembro pela comunidade surda, antes mesmo de iniciar a Conferência Nacional de Educação, Etapa Estadual onde estavam presentes os surdos e ouvintes.
Fonte : Neivaldo Zovico
O professor surdo Cristiano Koyama interpretando para o Diretor Geral da ABRASC Carlos Jorge.

O Grupo de Surdos protestando e mostrando as faixas na plateia.

O coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos Neivaldo Zovico sendo entrevistado pela jornalista do METRO NEWS, interpretado pela Maria Ines junto com Paulo Vieira e Cristiano.


O Secretario Executivo Adjunto do MEC Francisco das Chagas Fernandes que apresentava a proposta do CONAE, ao lado a Intérprete de LIBRAS


O lider Neivaldo Zovico escolhido pelo grupo de surdos e ouvintes apresentando a proposta para Educação de Surdos, sendo aprovada e aplaudido pelos presentes.


Da esquerda para direita : Paulo Vieira, Joel Barbosa, Cristiano Koyama, Maria Ines, Neivaldo Zovico e Moryse Saruta

PASSEATA DOS SURDOS CONTRA PARECER DO CNE

“Obrigatório matricular alunos surdos em escolas regulares”
No dia 26 de setembro as 12:00hs, na Av. Paulista, a maior e mais famosa Avenida de São Paulo, foi realizada uma passeata dos surdos. Neste dia comemoramos o Dia Nacional do Surdo, mas, em vez de festejar, os surdos se manifestaram contra o Parecer 13 do CNE que recomenda a obrigatoriedade da matricula de alunos surdos em escolas regulares. O Ministério da Educação não entende nada sobre a Língua de Sinais usada pelos Surdos, refere que esta é apenas uma ferramenta. A Língua de Sinais não é uma simples ferramenta, é sim uma língua oficial brasileira e é a primeira língua do surdo. Sendo considerada a primeira língua dos surdos, que em sua grande maioria são filhos de pais ouvintes e que, portanto não conhecem a língua do filho, é na escola de surdos que ele e sua família terão a possibilidade de adquiri-la. Entender que o surdo é diferente dos demais deficientes que falam a mesma língua oral das escolas regulares os surdos devem ter o direito de estudar nas escolas de surdos para ter oportunidade de aprender mais e depois de adquirir a língua de sinais e o português escrito então sim irão para a escola regular com interprete de LIBRAS/Língua Portuguesa e vice versa. De preferência a inclusão do surdo na escola regular deverá ocorrer no Ensino Médio.
Antes da passeata, os lideres do movimento da comunidade surda de São Paulo, Neivaldo A. Zovico - Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da Feneis, Paulo Vieira – Presidente da Associação dos Surdos de São Paulo, Maria Ines da S. Vieira – coordenadora do Programa de Acessibilidade da DERDIC/PUCSP, outros lideres surdos e representantes de instituições e escolas de surdos, fizeram uma reunião para se manifestar contra a obrigatoriedade, e organizarem a passeata que foi divulgada por meio de filmagem veiculada no site Youtube por apenas uma semana. Na reunião foi discutida também a importância de nossa participação na CONAE – Conferência Nacional de Educação, que dará base para o Plano Nacional de Educação (PNE) para os próximos 10 anos. Nosso objetivo era que pudéssemos ser ouvidos pelo CONAE nas nossas reivindicações.
A passeata começou no vão do MASP com a participação de muitos surdos, ouvintes pais e professores de escolas de surdos de outras cidades como São Bernardo do Campo, Diadema, Santo Andre, o numero de pessoas chegou a ser de aproximadamente 600 pessoas. Foram transferidos para outro lado da avenida, a pedido da Policia Militar e também do CET, para pode estacionar o carro de som no Parque Trianon. Os lideres surdos fizeram discurso sobre a importância da manifestação contra o Parecer do CNE, a importância da Educação de crianças surdas serem em Escolas de Surdos para sua aquisição de linguagem, a importância de terem professores surdos trabalhando nas escolas de surdos e, também sobre a CONAE - Conferencia Nacional de Educação onde os surdos foram convocados como delegados estaduais e iriam lutar pelas mesmas reivindicações. Depois foram caminhando do Trianon até a Rua Augusta, voltaram pelo outro lado da via e foram até a emissora Jovem Pan, a única que mostrou interesse em entrevistar os lideres surdos com a interprete Maria Inês Vieira. Os líderes reafirmaram que o Governo deve respeitar a língua dos surdos e o surdo poderá escolher a escola que pretende estudar e não ser obrigado a estudar em escola regular. O surdo é diferente dos demais deficientes que usam a mesma língua da sociedade ouvinte e por isso protestaram para que as escolas de surdos continuem funcionando, pois é nela que as crianças surdas poderão aprender de verdade, poderão se construir com identidade surda positiva, acreditando na sua capacidade e no seu potencial, este é nosso direito.
Fonte : Neivaldo A. Zovico/apoio Maria Ines Vieira.

Foram diversas pessoas surdas e ouvintes, inclusive pais, famílias e professores assistindo o discurso.

Prof. Neivaldo Zovico, Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da Feneis faz discurso sobre reivindicação.


Paulo Vieira, Presidente da Associação dos Surdos de São Paulo faz o discurso.

Profa. Moryse Vanessa Saruta faz discurso sobre o valor da nossa cultura Surda.

Prof. Ricardo Nakasato, o mais antigo professor de LIBRAS fala sobre valorização dos professores surdos.

Pessoas surdas e ouvintes com diversas faixas atravessaram na Av. Paulista.

Faixas diversas mostrando nas ruas para o povo a conhecer os direitos dos surdos.

Em frente da Emissora de Jovem Pan que foram convidados para entrevistar os lideres surdos. Os lideres surdos entrevistam com a interprete de LIBRAS sobre o protesto do MEC.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da FENEIS recebe Certificado de Honra ao Mérito

Ocorreu o evento muito importante no dia 21 de dezembro deste ano, o Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência – CEAPPD completou os seus 25 anos de fundação na sede da Secretaria Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, onde está a presença o José de Oliveira Justino, Presidente do Conselho e a Dra. Linamara, Secretaria Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência entre as outras autoridades para a comemoração do CEAPPD.
O Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência foi criado no ano de 1984, é um órgão consultivo, independente, com a responsabilidade de assessorar o governo e as empresas nas questões da pessoa com deficiência, finalmente é vinculado à Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo de São Paulo.
Durante o discurso do José Justino que falou sobre a importância do trabalho juntos ao Governo de São Paulo e também as instituições não governamentais para podermos alcançar a todas as pessoas com deficiência do estado e a Dra. Linamara que também recebeu o Secretario de Estado do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin e Presidente do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológicos (LSI-TEC), Prof. Dr. João Antonio Zuffo para assinatura de dois convênios em prol das pessoas com deficiência.
Durante a cerimônia, o Presidente do Conselho José Justino entregou as homenagens a antigos conselheiros e presidentes do Conselho, neste momento o Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da Feneis, Sr. Neivaldo Augusto Zovico recebeu o certificado Honra ao Mérito no qual participou no Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência durante como conselheiro em três mandatos e também que já foi Vice-Presidente do CEAPPD e também que lutou por muitos anos juntos aos conselheiros.

fonte : Neivaldo Zovico


Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos testa o CELIG – Central de LIBRAS, interpretes e Guias-Interpretes


No dia 17 de dezembro deste ano, o Coordenador Nacional de Acessibilidade da Feneis Sr. Neivaldo A. Zovico visita e testa o CELIG – Central de LIBRAS, Interpretes e Guias-Interpretes na Subprefeitura da Sé na Cidade de São Paulo onde obter as informações sobre serviços da Prefeitura de São Paulo.
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida implantou os três pilotos em subprefeitura que são Sé, Mooca e Lapa em teste e em seis meses deverão implantar em todas as subprefeituras.
O coordenador entrou na subprefeitura como se fosse consumidor e cidadão surdo da cidade de São Paulo acompanhado do ouvinte Carlos Paiva.
Chegando na subprefeitura não havia placa onde que indicasse o CELIG, e quando fui procurar descobri que ficava no piso inferior.
Chegando lá a recepcionista percebeu que eu fiz sinal SURDO e me encaminhou até o atendente para aguardar a chamada, fui chamado pelo atendente, tentou ligar o CELIG e chamar intérprete de LIBRAS para que eu pudesse comunicar e traduzir para o atendente que demorou em aparecer.
Neste momento percebi que a tela é pequena para visualizar e também posição da câmera estava errada para ver, mas deu para conversar e pedi as informações sobre o ISS com dívidas para interprete e ele traduziu em fala para o atendente e este passou o texto para intérprete para que traduzisse em LIBRAS para mim e vice versa.
A comunicação do interprete da CELIG foi perfeitamente e deu para conseguir entender o que atendente me falou sobre as dividas do ISS, mas a parte técnica tem que alterar algumas coisas para melhorar.
Neste dia fomos à Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida para fazer uma reunião sobre CELIG com Assessor Especial, Roberto Belleza, interprete de LIBRAS Elaine, Assessora de Comunicação Camila e os assistentes Laila e Paulo Vieira, expliquei o que poderia ser melhorado no atendimento do CELIG para melhorar o uso da central pelos Surdos. O Assessor Roberto Belleza agradeceu pela colaboração e realização do teste e os critérios e disse que iria resolver a situação para melhorar o atendimento dos surdos e pediu para que os Surdos venham fazer teste para saber como está o funcionamento e darem também suas opiniões.
fonte : Neivaldo Zovico

Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos visita Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoa com Deficiencia

O Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos visitou o primeiro Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiencia nos dias de 8 a 10 de dezembro realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiencia.
O objetivo deste evento é promover a discussão da importância das tecnologias assistivas e ajudas tecnicas que serão utilizados no dia-a-dia das pessoas com deficiencia, onde os deficientes, profissionais, educadores a conhecer novas tecnologias trazidas pelos 57 expositores deste evento.
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com deficiencia, Dra. Linamara que fez a abertura das exposição das tecnologias assistivas e ajudas tecnicas mas não teve interprete de LIBRAS e sim legenda no telão que interpretava onde a Dra. Linamara discutia, porém Organização do Evento diz que os surdos poderão ler legenda no telão por causa da nova tecnologia, mas não sabia que alguns surdos tem dificuldade em ler a lingua portuguesa e é necessário o uso de intérprete de LIBRAS para comunicar com eles.
O coordenador visitou todas as tecnologias e considerou acessíveis tais tecnologias para os Surdos : relógio despertador vibratório protótipo feito pelo SENAI, livro diversas categorias frutas, animais, etc com desenhos de LIBRAS e braile juntos onde os surdos, cegos e ou surdos-cegos poderão ler, FONE FÁCIL que converte as mensagens digitas pelo celular em voz e vice versa e CPqD que realizou o atendimento do site que é feito em LIBRAS em desenho que movimenta.
O coordenador Sr. Neivaldo alega que faltam muitas empresas que poderão desenvolver os produtos para o povo surdo, pois a comunicação dos surdos é visual e vibração pois no Brasil existem 6 milhões de surdos.

A Dra. Linamara fez abertura com a sua discussão traduzido pela legenda no telão e não havia o interprete de LIBRAS.
O Coordenador Nacional de Acessibilidade da Feneis-SP demonstra o aparelho celular SMART da FONE FÁCIL que faz conversão das mensagens do torpedo para voz onde o Consultor Alexandre escuta.

O Coordenador Sr. Neivaldo Zovico apresentou a Secretaria Dra. Linamra para conhecer o Consultor Alexandre da FONE FÁCIL, e ela gostou da nova tecnologia para surdos.

fonte : Neivaldo Zovico

Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos testa FONE FACIL


Aconteceu no dia 07 de dezembro deste ano, na sede da Feneis-SP, onde Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da Feneis, Sr. Neivaldo A. Zovico e interprete de LIBRAS Andrey receberam a visita do Consultor Alexandre Andrade da Empresa Consultoria Brava, a nova tecnologia que é FONE FÁCIL onde o coordenador fez teste e achou muito boa a novidade para ajudar os surdos.
A nova tecnologia da Empresa Brava que desenvolveu software para ajudar os surdos a comunicar entre ouvintes, quando o surdo enviar as mensagens do torpedo em escrita e vai para o central que converte em voz para a pessoa que recebe as mensagens e poderá escutar a voz convertida e vice-versa pela nova tecnologia feita pela Empresa Consultoria Brava.
Segundo Alexandre, o projeto ainda está continuando para ajeitar em funcionamento perfeito pois existem muitos tipos de voz das pessoas, falta seis meses para finalizar o trabalho e com apoio do FINEP que realizou na cidade de Recife em Pernambuco.
Alexandre da Brava diz que já fez a demonstração da Feneis-PE, Feneis-RJ e aqui em São Paulo onde o coordenador é responsavel pela Acessibilidade da FENEIS Nacional para conhecer, aprovar, apoiar e divulgar para a Sociedade do Brasil e também as empresas que poderão ter central onde os surdos poderá sentir autonomia quando precisar para comunicar.
fonte : Neivaldo Zovico